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O concelho de Santa Catarina passa, doravante, a estar melhor servido em matéria de abastecimento de água e saneamento. O Projecto de reforço de abastecimento de água para o consumo às diferentes localidades daquele concelho do interior de Santiago, bem como a rede de esgoto na cidade de Assomada, incluído a construção de uma estação de tratamento de águas residuais (Etar), em Achada Galego, foram inaugurados este sábado 12, pelo primeiro-ministro, José Maria Neves.

Na ocasião o presidente da Câmara Municipal de Santa Catarina (CMSC), Francisco Tavares realçou a importância das referidas infra-estruturas para o benefício do município e o bem-estar da população. “O município conta agora com mais 1200 toneladas de água por dia. Antes produzia apenas 39 mil toneladas por mês e agora passamos para 61 mil toneladas mensais”.

Conforme Francisco Tavares o grande desafio da edilidade agora é o combater a perdas técnicas e comercias. “Metade da produção de água no município não chega às casas das pessoas por causa das perdas técnicas ou então não são facturadas devido ao roubo. Se não lutarmos contra isso, não precisamos colocar mais água na rede. Porque é mesma coisa que transportar água em bindes”, frisa.

Este projecto contempla 11 km de rede esgoto, incluindo a construção de estação de tratamento de águas de esgotos com capacidade para 4500 toneladas de água, permitindo assim a ligação de 338 casas à rede de esgotos. E apetrechamento de alguns furos de água para o consumo bem como a construção de vários reservatórios.

Por seu turno, o embaixador da França em Cabo Verde, Philippe Barbry mostrou-se satisfeito com o alcance e a realização da referida obra. Frisou que o desafio, doravante, é preservar as infra-estruturas e coloca-las ao benefício da população. Através do aumento de ligações tanto à rede de água para o consumo bem como à rede de esgotos.

Já o primeiro-ministro, José Maria Neves, considera que o investimento feito representa um grande ganho para o município de Santa Catarina no domínio da água, que conta, a partir de agora, com toneladas de água limpa tanto para o consumo bem como para a prática da agricultura. “Estou orgulhoso porque estamos a cumprir as nossas metas que é ter mais águas e melhor saneamento em Cabo Verde”.

De referir que o projecto foi financiado pela Agência Francesa para o Desenvolvimento no valor de dez milhões de euros, cerca de um milhão e cem mil contos cabo-verdianos.

Fonte:Jornal A Nação


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