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Em tempo de prestar contas aos munícipes, o Vereador José Alves faz o balanço dos setores que tutela na Câmara Municipal de Santa Catarina: Água, Energia, Ambiente, Saneamento e Proteção Civil

Em entrevista ao nosso portal, o Vereador da Água, Energia, Ambiente, Saneamento e Proteção Civil, José Alves, fez um balanço positivo destes quatro anos de mandato, realçando que os ganhos obtidos são cruciais para o desenvolvimento do município de Santa Catarina.

Portal - Qual o balanço que faz destes quatro anos de mandato?

José Alves - O balanço é positivo, com muitos ganhos, mas também com alguns desafios ainda a superar, não se fez tudo nestes quatros anos, há ainda muita coisa por fazer, mas muita coisa boa foi feita.

E quais são os maiores ganhos?

O maior ganho obtido foi no domínio da Água, tendo em conta as infraestruturas hidráulicas executadas no município.

Que projetos executaram no domínio da Água?

Tivemos projetos importantes para a reforma da Água, nomeadamente, no combate às perdas, e hoje, em função da nossa experiência, pode afirmar-se – e é reconhecido por muitos, mesmo por adversários políticos - que há condições para a reforçar ainda mais a redução das perdas, tanto no nosso município como a nível da Ilha de Santiago.

Temos uma boa experiência por estarmos na linha de frente da água e saneamento, dando um grande contributo para aumentar a quantidade e a qualidade da água consumida pelas famílias santa-catarinenses.

Portanto, melhorou a qualidade da água para consumo.

Conseguimos melhorar tanto em qualidade como na quantidade da água e, neste momento, podemos afirmar com toda a segurança que as famílias consomem um produto de qualidade, tratado com um sistema automático que não precisa de ninguém para ir deitar o produto de tratamento da água, independentemente da quantidade existente no reservatório.

Conseguimos ganhos importantes que nos permitem, sem nenhum complexo, afirmar que lideramos o processo de reforma da Água e Saneamento a nível da ilha e do país.

Acredita que o setor possa ser rentável?

A Água é um setor rentável que pode andar com os seus próprios pés, os ganhos neste domínio servirão para mostrar aos outros municípios que faz todo o sentido apostar numa empresa para gerir toda a água da ilha, como é o caso da Águas de Santiago.

Até o final de 2016 há ainda alguns projetos a ser implementados?

Temos metas para alcançar até ao final de 2016, nomeadamente, atingir cerca de 95 por cento [%] das famílias do município com ligação domiciliária à rede. Estou confiante que alcançaremos essa meta, tendo em conta os outros resultados alcançados.

A reforma no setor serviu, também, para diminuir alguns gastos e perda de tempo na realização das leituras do consumo domiciliário?

O processo de reforma possibilitou que a leitura do consumo seja feita por radiofrequência, passando a ser possível realizar leitura do consumo de água num bairro em pouco tempo. Tudo isso são ganhos obtidos que apontam para uma realidade: o caminho percorrido pelo setor de Água e Saneamento constitui uma autêntica revolução.

E ao nível do Saneamento, que balanço faz?

No domínio do Saneamento, há projetos importantes como a recolhas seletivas, bem como a recolha domiciliária que vai ser implementada antes do fim do mandato, o que acreditamos irá, também, revolucionar o setor do Saneamento.

Por agora, quais são as vossas metas?

Alargamos o saneamento a localidades que ainda não tinham, mas a nossa meta é atingir todos os bairros periféricos do centro da Cidade de Assomada.

No Saneamento, à semelhança do setor da Água, quais foram os ganhos obtidos?

Desde logo, tivemos ganhos importantes em termos legislativos. Foram aprovados instrumentos cruciais no domínio de saneamento, fazemos parte do sistema intermunicipal de resíduos sólidos, e assinamos alguns protocolos com a ideia de implementar, em parceria com empresas públicas e privadas, um grande desenvolvimento e progresso no Saneamento.

No quadro da cooperação descentralizada conseguimos equipamentos, sobretudo de viaturas, apropriados para a recolha de lixo, o que foi um grande ganho. E aproveito para agradecer publicamente às instituições que colaboraram connosco, sobretudo a Câmara Municipal de Cascais, em Portugal, que tem sido incansável.

No domínio do Ambiente, parece ter havido alguns constrangimentos que dificultaram a prossecução de projetos.

No Ambiente, um setor fundamental para o desenvolvimento do Município, tivemos constrangimentos na obtenção de colaboração do Poder Central, com recursos que deveriam ser encaminhados para área do Ambiente a nunca serem recebidos.

Mas acredita que foram alcançados os objetivos desejados para o setor?

Estamos a trabalhar muito e fizemos tudo aquilo que foi possível realizar. Apesar dos constrangimentos provocados pelo Governo, consideramos que ouve um bom desempenho.

Quanto à Proteção Civil, quais foram os ganhos obtidos durante estes quatro anos?

Otimizamos o valor e a capacidade do serviço da Proteção Civil, nomeadamente dos Bombeiros, em garantir melhor prestação em situações de risco.

A Câmara investiu tanto em recursos humanos, quanto a nível das infraestruturas e dos equipamentos, e hoje os Bombeiros de Santa Cataria são uma das melhores corporações da ilha, o que pode ser confirmado pelas intervenções feitas até então, dando garantias aos munícipes de operacionalidade e eficácia em situações de risco.

Que balanço global, nos diversos setores, se pode fazer?

Pesem embora as dificuldades, acrescidas por dois anos consecutivos em que o Orçamento foi reprovado pela maioria [PAICV] na Assembleia Municipal, estamos num bom caminho, e vamos continuar a trabalhar para fazer muito mais pelo desenvolvimento de Santa Catarina. 

 


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