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Durante o dia de ontem, a ministra do Desenvolvimento Rural e o Edil de Assomada percorreram várias zonas do Município, falaram com agricultores e fizeram o diagnóstico da situação. Eva Ortet manifestou toda a solidariedade aos produtores de gado e à Autarquia, e elogiou o plano de ataque à situação crítica elaborado pelo gabinete de Francisco Tavares

A ministra do Desenvolvimento Rural, Eva Ortet, garantiu ontem na Assomada o apoio do Governo aos produtores de gado. Numa visita que se prolongou por todo o dia de quarta-feira, a convite do Edil Francisco Tavares, a governante ouviu produtores e agricultores de Achada Ponta, Ribeirão Areia, Achada Leite, Pombal, Mato Sanches, Achada Grande e Rincão.

“O Ministério do Desenvolvimento Rural decidiu apresentar ao governo um plano de salvamento do gado, numa primeira fase destinado aos produtores de Porto Novo”, disse a Ministra, acrescentado não estar surpreendida com a situação que encontrou noutras regiões, nomeadamente em Santa Catarina, e daí o seu ministério ter antecipado um “plano de mitigação” das consequências da falta de chuva que está na origem do mau ano agrícola.

SALVAMENTO DO GADO

Eva Ortet não ficou surpreendida com a situação encontrada no município - que confirma a avaliação feita pela autarquia -, já que em Setembro o ministério a tinha previsto. “A nossa preocupação maior vai no sentido do salvamento do gado e já demos orientações para que todas as microrealizações, servam, num primeiro momento, também para criar postos de trabalho” e “facilitar o acesso das famílias à compra de rações” para o gado e disponibilizar o acesso à água para os animais, o regadio e o consumo humano.

SITUAÇÃO CRÍTICA

Confirmando que a situação é crítica em Santa Catarina, particularmente em Achada Leite, a Ministra garantiu que o seu gabinete está empenhado em “fazer um esforço para salvar essas famílias” e manifestou o seu “acordo com os projectos apresentados” pela gestão municipal de Francisco Tavares (ver notícia mais adiante). “Como bem disse o senhor Presidente, há fundos e há outros ministérios que podem intervir”, disse Eva Ortet, acrescentando: “Vamos constituir uma equipa a quem os projectos serão apresentados, e se a coordenação de Santa Catarina achar que são esses os projectos, serão enviados à equipa central”, composta por vários ministérios. Tal equipa irá, posteriormente, apresentar um plano mais geral, município a município, para ser apresentado ao Primeiro-ministro, para financiamento.

CONTAR COM AS PRÓPRIAS FORÇAS

“Como se trata de uma emergência, não podemos contar muito com os recursos externos porque demoram a chegar, temos que contar com os nossos recursos internos que, como sabem, são limitados”, razão que leva Eva Ortet a sustentar que “nos devemos concentrar no salvamento do gado para que as famílias não percam o seu efectivo”. Paralelamente, é fundamental “disponibilizar mais água, mais pasto, mas também criar automaticamente mais emprego”. Postos de trabalho direccionados para as zonas onde não há agricultura. “Creio que devemos pensar nessas famílias, que têm gado, que devem adquirir pasto, mas que, se não tiverem um trabalho, não poderão ter recursos para fazer a aquisição”. O ministério está também a empreender esforços para que as empresas diminuam o custo das rações.

DJUNTA MON COM A AUTARQUIA

A disponibilidade do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR), segundo a ministra, é total, pelo que esforços comuns devem ser conjugados com a Câmara Municipal de Santa Catarina. Nesse sentido, Eva Ortet considera que muitos dos projectos que estão a ser trabalhados pela autarquia vão ao encontro das medidas equacionadas pelo seu gabinete, mas não é apenas o seu ministério que deve acudir à situação de emergência. É preciso envolver num djunta mon outros ministérios e instituições.

Para a ministra é fundamental que qualquer plano tenha como horizonte um período temporal mais alargado, até porque é impossível prever as condições de pluviosidade que se apresentam para 2015. Mesmo tempo, reiterou a disponibilidade para “aliviar Santa Catarina deste fardo”, o que acontecerá já no imediato.


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