Há uma onda de esperança e de confiança

Os poderes públicos funcionam. O Governo e a Câmara Municipal, de mãos dadas, deram as respostas necessárias, e isso foi bem visível durante a visita de dois dias que o Primeiro-ministro fez a Santa Catarina. Há um país real que se afirma, contra aquele outro fruto do ilusionismo. O contentamento das populações é disso prova

 

No terreno, em contacto direto com as pessoas, o Primeiro-ministro confirmou que, em Santa Catarina, o Programa de Emergência para Mitigação da Seca e do Mau Ano Agrícola está a ser aplicado com todo o rigor, resultante da exemplar cooperação entre a Câmara Municipal e os serviços do Estado, nomeadamente, com o Ministério da Agricultura e Ambiente.

Com um universo à volta das 2.500 pessoas empregues em frentes de trabalho, na construção de estradas e muros de proteção, sendo maioritariamente mulheres (mais de 60 por cento), e com cerca de 20 mil vales-cheque distribuidos por um milhar e meio de agricultores, o balanço só pode ser positivo. E isso sente-se no entusiasmo e na alegria com que o Ulisses Correia e Silva, o Presidente Beto Alves e o Ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, foram recebidos no terreno.

Há, de facto, um país real – aquele que foi dado ver durante a visita de dois do Primeiro-ministro a Santa Catarina – e aquele outro no imaginário mais tortuoso de quem grita sozinho contra uma suposta “ineficácia” do Governo…

O Programa de Emergência está a dar respostas claras às dificuldades das populações, resultantes da seca e do mau ano agrícola. E isso é visível nas comunidades visitadas. Desde logo, porque mais de dois milhares de pessoas conseguiram emprego num curto espaço de tempo, mas também porque não há registo da morte de uma única cabeça de gado, por falta de água ou de alimento. Isto diz tudo, para mais se comparado com o mau ano agrícola de 2014. Isto é, agora, o Estado está presente assumindo as suas responsabilidades, está onde é preciso e sem olhar a credos político-partidários ou lógicas grupais.

Poderes públicos presentes

Que os poderes públicos estão presentes e dando respostas atempadas aos problemas, isso mesmo foi confirmado pelos jornalistas que acompanharam as comitivas de Ulisses e de Beto Alves. Há uma consciência clara, por parte das populações, de que o Governo e a Câmara Municipal são parceiros ativos e empenhados, o que se manifesta no aumento da renda das famílias e no ganho de alguma qualidade de vida quando tudo parecia perdido.

“Obrigado, Senhor Primeiro-ministro; obrigado Senhor Presidente”, foi o que mais se ouviu ao segundo dia de visita de Ulisses, entre Assomada, Fonte Lima, Telhal e Mato Sanches, ao que Beto Alves reiteradamente respondia: “não tem nada que agradecer, é nossa obrigação, é para isso que nos pagam”. Isso mesmo: é ao serviço do povo e não de lógicas de grupo que os poderes públicos devem estar e essa cultura de servidor público está a fazer escola em Santa Catarina, desde as grandes coisas aos pequenos pormenores do dia-a-dia.

Junto do povo

Sempre em contacto direto com as pessoas, junto do povo de Santa Catarina, Ulisses Correia e Silva e Beto Alves começaram o dia com uma passeata pelas ruas de Assomada. As duas comitivas visitaram o andamento das obras de requalificação da cidade, com passagem pela Avenida da Liberdade e pelo Terminal Rodoviário (o primeiro de Cabo Verde), duas obras que estão em fase bastante avançada, com conclusão prevista para maio próximo. Pelo meio, o Primeiro-ministro teve ocasião de visitar dois armazenistas de rações de gado. Pela afluência da procura, houve algumas queixas de rutura de stok, levando por vezes à necessidade de racionamento. Contudo, problemas pontuais ultrapassados, resultante de respostas atempadas.

Onda de confiança e de esperança

Após a passeata, as duas comitivas rumaram a Fonte Lima. Trinta e duas pessoas da localidade, mais quinze de Banana, laboram na frente de trabalho do calcetamento da estrada e da construção de muros de proteção. É visível o contentamento no rosto das pessoas, particularmente nas mulheres, que tomam a iniciativa da conversa. O mau ano agrícola de 2014 e o desespero pela espera de ajuda que, na maior parte dos casos, nunca chegava. Lembranças das rações distribuídas de forma direcionada aos amigos políticos, aos mais chegados ideologicamente.

Próxima paragem: Telhal. Quarenta pessoas deitam mãos ao calcetamento da estrada. A mesma mensagem: “o dinheiro é pouco, mas dá para alimentar os nossos filhos, melhores dias virão…”. A sabedoria popular é a mais avalisada das sabedorias, e há nisto um dado novo. Ninguém se queixa das dificuldades, pelo contrário, sentem-se parte de coisa maior: ajudar ao desenvolvimento de Santa Catarina.

Uma tónica sempre referida pelas populações em cada zona visitada: com Beto Alves e Ulisses o concelho está a mudar. “Estamos no bom caminho” – dizem -, dando força ao Presidente da Câmara e ao Primeiro-ministro. É o País real a falar, com aquela antiga sabedoria do povo; é o outro país, miserabilista e pobre, de mão estendida, a perder terreno, a ser soterrado pelo progresso e desenvolvimento que se afirma sem equívocos.

Em Mato Sanches, o povo esperou e desesperou durante mais de quinze anos pela estrada prometida mas que teimava em não vir. Agora, 74 pessoas constroem com as próprias mãos aquilo que não é mais uma promessa. A alegria é enorme, seja pelo fim da angústia da espera, seja pelo rendimento que entra nas famílias e põe nas mesas alguma coisa que se veja.

Em todo o lado há uma onda de confiança e de esperança, uma realidade que se entrincheira em coisas concretas: em obras e pão! E isso faz toda a diferença. E as pessoas sentem-no no quotidiano.

O fornecimento de rações, a mobilização de água e o aumento do rendimento das famílias são uma realidade em Santa Catarina. No que respeita à geração de emprego, com as obras públicas em curso, a tendência vai no sentido de ocupar as pessoas muito para além do Programa de Emergência para Mitigação da Seca e do Mau Ano Agrícola. E isto vai acontecer até 2020 e bem para além deste ano.

O desencravamento de localidades, com potencial de produção agropecuária e de turismo – fundamental para a geração de emprego e para o desenvolvimento -, também vai prosseguir, com o apoio do Governo. Os fundos do Ambiente e do Turismo, outrora desviados para objetivos partidários, estão agora ao serviço do município. “O dinheiro dos cidadãos é sagrado”, como reiteradamente vem dizendo o Presidente Beto Alves.

O concelho entrou numa nova e imparável largada de progresso e desenvolvimento. E quem quiser ver é só andar por aí, da cidade do planalto ao interior mais profundo desta nossa terra.

 


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