Dia da Mulher Africana: Direitos defendem-se lutando

“Não fique em silêncio, lute pelos seus direitos”, é o lema que escolhemos para este ano, porque só o silêncio das mulheres pode obstar à necessidade da sua emancipação. E é hora de as mulheres assumirem o seu destino

 

O Dia da Mulher Africana assinala-se esta sexta-feira, 31, e, ao contrário de anos anteriores, a Câmara Municipal de Santa Catarina não vai poder assinalar a efeméride na rua e numa grande confraternização de mulheres. O distanciamento social a isso obriga.

De todo o modo, que a distância não obrigue também ao silêncio, e desperte uma reflexão sobre a situação das mulheres africanas e, em particular, das caboverdianas.

“Não fique em silêncio, lute pelos seus direitos”, é o lema que escolhemos para este ano, porque só o silêncio das mulheres pode obstar à necessidade da sua emancipação. E é hora de as mulheres assumirem o seu destino.

O Dia da Mulher Africana foi instituído em 31 de julho de 1962, em Dar-Es-Salaam, Tanzânia, por ocasião da Conferência das Mulheres Africanas, que contou com a participação de 14 países e de oito movimentos de libertação do continente.

(na foto, Marcha das Mulheres, março de 2020, Assomada)


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